terça-feira, 11 de novembro de 2008
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
terça-feira, 30 de setembro de 2008
segunda-feira, 23 de junho de 2008
sábado, 7 de junho de 2008
Assistente Social revela Historia de Heróina na era da ditadura
A semana de 1968 que aconteceu nos dias 28 a 30 de maio foi lembrada pela faculdade Estácio de Sá de Belo Horizonte com seguinte tema: 1968 o sonho acabau? O inicio das palestras foi marcada com a presença da assistente social, Gilse Cosenza grande personagem da luta contra a ditadura da década de 60.
Na oportunidade Gilse destacou o olhar feminino sobre a luta política álem de comover os participantes com a triste história que marcou sua vida. A luta política contra a ditadura militar começou ainda na faculdade, na época, ainda estudante a assistente social e seus companheiros lutavam por mudanças básicas nas estruturas do curso e nas normas de comportamento rígidas,na PUC Minas, além de já defender causas femininas.
Com o agravamento de todo tipo de privação, repressão e o golpe em 64, surgiu a necessidade de encarar lutas mais serias a serem travadas além do âmbito estudantil e da ascensão feminina. Com o passar do tempo foi ficando cada vez mais complicado a sobrevivência em meio a repressão vivida pelos estudantes em Belo Horizonte que resolveram fugir para não causar maiores problemas com a família. Foi então que Gilse se viu obrigada a mudar de nome, começou e não parou mais por um longo período se transformou em Márcia, caiu na clandestinidade, depois Léia, Júlia, Lia, virou Cecília...enfim, longo tempo de fora da capital mineira
Ela conta que em junho de 68 foi presa e descreveu com detalhes as torturas físicas que sofreu diariamente; espancamentos, “pau-de-arara”, “latinha”, “choques elétricos na vagina, e estupro. Além da pressão psicológica que os militares criaram quando diziam ter capturado Juliana, filha com 4 meses de vida, na época., segundo ela, a pior tortura que sofreu.
Depois de um tempo foi transferida para Juiz de Fora, onde seria julgada e absolvida Liberta. Após esse período foi para São Paulo como Léia; mais tarde foi para o interior como Júlia e o nome de Cecília foi quando partiu para o Ceará e lutar pela anistia. Lá permaneceu até o fim da ditadura, quando enfim revelou o nome verdadeiro a filha
Para o estudante de Publicidade Carlos Augusto sem dúvida é um exemplo de coragem e perseverança, é uma historia muito bonita finalizou o aluno. A assistente social acredita que tudo valeu a pena pois a ditadura acabou, “agora mesmo nós estamos tratando de assuntos de interesse público aqui e não tem nenhum camburão parado ali na porta nos esperando”, enfatizou.
Mesmo com o fim da ditadura, Gilse acredita que o sonho não acabou e que muita coisa há de ser feita.
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quinta-feira, 15 de maio de 2008
sexta-feira, 25 de abril de 2008
Melhores comidas de boteco
O festival começou no ano 2000 e já teve sete ganhadores nas oito edições anteriores. O Bar do Zezé é o único que já venceu o evento por duas vezes em 2004 sagrou-se campeão com o tira-gosto “Carne com jiló e angu” e em 2006 repetiu a dose e ficou com o primeiro lugar com o “Trupico Mineiro”.
Os outros bares vencedores como melhores tira-gostos foram o Bar do Careca no ano 2000 com o “Língua no Molho”; em 2001 a “Salada Alemã” do Antonius Bar e Petisqueira ficou com o primeiro lugar.
A Mercearia do Lili venceu em 2002 com a “Costela de Boi Sem Osso”; já em 2003 a “Traira sem espinha” do Bar do Careca – O Pescador” nadou tranqüila até o ponto mais alto do pódio.
No ano de 2005 o “Mineiro Valente” fez jus ao nome e conquistou o troféu para a Casa Cheia; e no ano passado o Bar do Veio como todo bom mineiro foi comendo quietinho e venceu sem fazer alarde com o tira-gosto “Come quieto”.
Se você ainda não foi apreciar as iguarias nos bares participantes do festival ainda da tempo o único trabalho será o de percorrer a cidade em busca dos 41 butecos participantes e saborear os tira-gostos.
Prepare também bolso para ter o privilegio de comer em todos esses butecos. Então mãos a obra e como diz o refrão da música “Vamos pro bar...” nesse caso Buteco.




